15 de junho de 2020


Biomarcadores p16/Ki67


Maior Precisão na Detecção de Células Cervicais em Transformação Induzidas pelo HPV

Infecções por HPV de alto risco geralmente são transitórias e menos de 10% levam a progressão para lesões intraepiteliais de alto grau ou câncer. Como resultado, muitas mulheres sem lesão precursora oncogênica são submetidas a procedimentos adicionais desnecessários com repetidos exames citológicos, repetidas colposcopias e biópsias cervicais.
A pesquisa das proteínas p16INK4a e Ki67, em citologia em meio líquido, pode diferenciar com precisão as pacientes que possuem células do colo do útero em transformação para malignidade das que possuem apenas alterações transitórias.
O exame é indicado principalmente para pacientes com teste positivo de DNA do HPV de alto risco ou quando apresentar alterações no Papanicolau, como lesão intraepitelial escamosa de baixo grau (LSIL) e atipias escamosas de significado indeterminado (ASCUS).

Melhor Acompanhamento da Progressão da Infecção

As proteínas p16INK4a e Ki67 são importantes biomarcadores de risco de câncer cervical detectadas, utilizando células obtidas da colpocitologia oncótica em meio líquido.
– Identifica as pacientes com transformação celular oculta, com maior risco de apresentar NIC2+.
– Auxilia na estratificação das pacientes positivas para p16 e Ki67 que necessitam colposcopia.
– Melhor manejo das pacientes DNA HPV positivas de alto risco que apresentam citologia negativa.
Aproximadamente 1 em cada 7 mulheres positivas para o HPV 16 pode apresentar lesão intraepitelial de alto grau não detectada pela citologia.
– Demonstra alta sensibilidade e especificidade, permitindo que 75% das pacientes retornem ao rastreio do câncer cervical de rotina.
– Pode reduzir o número de colposcopias desnecessárias em até 50%.
A coleta citológica em meio líquido permite a pesquisa das proteínas p16 e Ki67 após o rastreamento do HPV por Captura Híbrida (algoritmo 1) / PCR (algoritmo 2).
O rastreamento das proteínas p16INK4a e Ki67 é indicado quando o resultado da colpocitologia oncótica em meio líquido combinado com a pesquisa do DNA do HPV apresentar:
– Citologia Negativa e DNA do HPV de alto risco positivo.
– Presença de ASCUS e DNA do HPV de alto risco positivo.
– Lesão intraepitelial escamosa de baixo grau (LSIL) e HPV de alto risco positivo.
Em casos de citologia denotando lesão de alto grau, a paciente deve ser encaminhada diretamente à colposcopia.

Estratégias Efetivas no Rastreio do Câncer Cervical

Diagnóstico de Excelência em Biópsias do Colo do Útero

A proteína p16INK4a é um marcador padrão ouro para distinguir NIC de alto grau das alterações reativas (inflamação) ou reparativas (metaplasia) em biópsias do colo do útero.
Diferenciação entre NIC2+ e alterações celulares transitórias podem ser prejudicadas devido a pequenas representações da amostra ou severa inflamação.
A pesquisa da proteína p16INK4a na biópsia do colo do útero permite maior precisão diagnóstica:
– Aumento de 13% na identificação de NIC2+ sem perder a especificidade.
– Redução de 45% nas interpretações falso-negativos.
– Aumento da concordância inter observador na interpretação de diagnóstico de NIC2+ em 30%.
– Incremento em 22% no diagnóstico de lesões ocultas.
O Ki67 concomitantemente com o p16 (dupla marcação) não é realizado como rotina diagnóstica em biópsias de colo uterino.

Colpocitologia oncótica em meio líquido – possibilita múltiplos exames

HPV
– Captura Híbrida.                                                                                                                                                                                                                          – HPV por PCR Genotipagem 16 e 18.
– Marcadores p16/Ki67.

AGENTES INFECCIOSOS
– PCR para identificação do DNA de patógenos:
– Chlamydia trachomatis
– Trichomonas vaginalis
– Streptococcus agalactiae
– Mycoplasma hominis, Ureaplasma urealyticum
– Neisseria gonorrhoeae
– Herpes simples tipos 1 e 2 e Candida albicans

AVALIAÇÃO DO RISCO DE TROMBOSE
– Fator V de Leiden.
– Mutação do Gene da Protrombina.
– MTHFR (Mutação Gene Metileno Tetrahidrofolato
– Redutase C677T e A1298C).


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